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19 de Agosto de 2019
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    China vai aumentar restituição de impostos de exportação a partir de 1º de novembro

    COAD
    Publicado por COAD
    há 10 meses

    Pagamentos serão para apoiar o comércio exterior, à medida que a disputa comercial com os Estados Unidos se intensifica

    A China aumentará a restituição de impostos de exportação a partir de 1º de novembro e acelerará seus pagamentos para apoiar o comércio exterior, informou o gabinete nesta segunda-feira (8), à medida que a disputa comercial com os Estados Unidos se intensifica.

    O aumento da restituição nos impostos de exportação "ajudará a reduzir os custos da economia real, ajudará a lidar com a complexa situação internacional e manterá o crescimento estável do comércio exterior", disse o gabinete depois de uma reunião regular.

    A medida está em linha com as regras da Organização Mundial do Comércio (OMC), afirmou o gabinete.

    O desconto fiscal será elevado para 16% para as exportações que atualmente recebem um desconto de 15 ou 13%, disse o gabinete.

    O desconto será de 10% para as exportações que atualmente recebem um desconto de 9%, embora esta porcentagem possa ser elevada para 13% em alguns casos, afirmou o gabinete.

    O desconto subirá para 6% para as exportações que atualmente recebem um desconto de 5%, embora, para alguns, possa ser elevado para 10%.

    Os governos locais também vão acelerar a emissão de títulos especiais para redesenvolvimento de favelas, informou o gabinete depois de uma reunião regular.

    No dia 24 de setembro, entraram em vigor as tarifas de 10% dos Estados Unidos sobre US$ 200 bilhões em produtos chineses em uma nova rodada da guerra comercial envolvendo os dois países. A cobrança de tarifas para importação deve aumentar para 25% até o fim de 2018.

    Em represália às tarifas, a China também anunciou novas taxas entre 5% e 10% para as exportações americanas no valor de US$ 60 bilhões de dólares, a fim de "defender os direitos legítimos e os interesses da economia chinesa".

    FONTE: Agência Reuters

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